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segunda-feira, 27 de maio de 2013

Cenário de resposta

P. 191
 
9.1. c "O narrador adota, predominantemente, uma focalização omnisciente, uma vez que detém o máximo de informação sobre as personagens e sobre o evoluir dos acontecimentos. Há também momentos em que é adotada uma focalização interna (o que prevalece é a visão que uma personagem detém sobre outras personagens, espaços ou acontecimentos), por exemplo, na seguinte passagem "Num relance Marciana avaliou o vagabundo. Pensou que por mais que o limassem, mesmo esfregado e desinfectado, nunca passaria por um deles." (ll. 9-10).

 
9.2. b "O narrador é heterodiegético, pois não participa como personagem na história narrada.

 
9.3. a "No excerto apresentado, a personagem Miguel é retratada através de um processo de caraterização direta, pois é caraterizado pelas palvras da tia." (ortografia atualizada, exceto no que diz respeito ao excerto do conto)
 

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Cenário de correção

I
1. Trata-se de um poema com cariz marcadamente narrativo, na medida em que se relata uma história, na qual se envolvem personagens e que decorre num tempo e espaço claramente definidos. De facto, o eu poético, no presente da enunciação, dirige-se a uma repartição pública, onde se espanta e se questiona acerca da utilidade da poesia, quando é atendido, ao balcão, por um funcionário míope.

2. Esta afirmação constitui um paradoxo, pois o eu poético produ-la num texto poético. Todas as afirmações do eu lírico, desde o momento em que refere a utilidade dos observadores de pássaros, vão no sentido de provar, ironicamente, que o que dá sentido à vida é a poesia.

3. Nos versos 3 a 5, está patente a ironia. Com efeito, o autor pretende evidenciar que, tal como a natureza e o homem não podem viver sem pássaros, também não poderá existir um mundo excessivamente burocrático - e sem poetas.

4.

4.1. A “coroa de espinhos” remete, simbolicamente, para as dores sofridas por Cristo a caminho do Calvário. Tal como ele, o poeta atormenta-se com o questionamento do mundo, cujas dores carrega como um fardo“por dentro e por / fora da cabeça.” (vs. 10 e 11).

4.2. A criação poética só adquire sentido no momento em que o poema é lido e interpretado pelo leitor. Ao dirigir-se, numa interrogação retórica, a “todos”, o sujeito poético está a incluir os narratários no seu questionamento. É ainda de referir o tom irónico e coloquial da interpelação.
II
1. Trata-se de um reformulador com valor explicativo (explicitação-reformulação).
2. a. Sujeito nulo subentendido (eu)
2. b. Complemento direto
2. c. Advérbio de predicado (valor temporal)
3. Modificador do grupo verbal
4. O discurso direto é assinalado por um verbo introdutor do relato do discurso (perguntar) e pelo recurso às aspas, aos travessões e aos pontos de interrogação.
III
Resposta livre