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quinta-feira, 16 de maio de 2013

O 10D, uma turma de poetas

Inspirando-se livremente em três poemas diferentes de Sophia de Mello Breyner Andresen, os alunos do 10D mostraram o que valem. Ora aí vai:


Nunca discrimines raças diferentes
Pois um dia podes sofrer
Nunca brinques com coisas sérias
Pois podes magoar
Nunca fales demais
Pois podes-te arrepender
Respeita as diferenças
E conhecerás um mundo novo e sem preconceitos.              

 

Adriana nº2 10ºD

Os meus dedos estalaram
o lápis fugiu
o papel rasgou
A minha mão
até então nada mais escrevi
por preguiça talvez
ou por desgosto possivelmente
nada mais fiz
Enfim....
 
 (Pedro *****) 
Bijuteria

Vi anéis grandes, pequenos
Vi anéis de várias cores
Reluziam, chamavam-me
Vi anéis às flores

Vi colares dourados
Vi outros prateados
Nas montras pendurados

Vi relógios e pulseiras
Aos meus ouvidos tilintavam
E aos meus olhos cintilavam

Do lado de fora eu olhava
Pois por dentro eu me perdia
Não me iria render
a tal ousadia.


(Tânia *****)

Nunca viveremos bastante quanto devemos
Aquele medo atormentador obstando
Nunca viveremos bastante quanto devemos

Como quem ousa voar e é repelido
Por forças mais fortes que a própria vida desconhece

Ou por barreiras invisíveis

Tão sábias tão subtis e tão peritas ou talvez inúteis como são
Que nem podem sequer ser bem descritas.

Eduarda Araújo, 10ºD, nº7


A porta abre, e as suas dobradiças chiam
E por todas as paredes te procuro

A porta bate, fazendo um barulho ensurdecedor
E aqui sozinha olho em meu redor

Do limiar saio devagar
E em todos os espaços há vazio

Fico a pensar: o que será que eu fiz?

Errei.

Susana Sousa, 10ºD, nº 17

 

Quando o computador se liga
E tu abres o “Facebook”

Já lá estão milhões de “Gifs”
À tua espera

Mesmo quando não os queres ver

Há sempre alguém que põe “gosto”
E aparece no teu “Feed de Notícias”

ABAIXO OS “GIFS”!!

Diogo Gonçalves,10ºD Nº5

 

Uma multidão ao teu redor,
Um barulho ensurdecedor,

O que vamos nós fazer?

O Benfica é isto mesmo.

 

A águia, os cânticos,
Todos os gritos, todas as

Lágrimas, todas as orações,

Todo o nervoso miudinho…

 

Uma dimensão incrível,
Uns adeptos lutadores,

Sofrem até à última,

Damos tudo por vocês
E só vos pedimos uma coisa:


A vitória !


Eduardo Barbosa, nº8 10ºD

Vi mares e rios e nascentes
Vi mares e rios e nascentes

A baleia canta os peixes vogam
Em mares atravessados por torpedos

 

Vi luz , ouvi ventos
Vi mares com encantamentos

Amor suspenso nos ventos

 

Vi homens , vi mulheres

Vi sombras, vi-Te a ti

 Vi homens e sombras cruzarem-se

Pedro Dias Nº 13 10ºD

 

Eu vi-os!
Vi vestidos e saias e camisolas

Vi vestidos e saias e camisolas
Eram de todas as cores e feitios              

Nos meus sonhos as roupas eram todas minhas

 

Vi sapatos e sapatilhas e botas
Vi coisas lindas

Que nunca iriam ser minhas

 

Vi lojas em saldos
Onde podemos comprar muito por pouco

Enfim: um sonho

 

A roupa fascina-me
Como pode um pedaço de tecido ser

Uma coisa tão linda?

 

Adriana(liiiiiiinda) Dias nº1 10ºD

 
A escola proíbe-me de fugir

E todos os dias eu penso em partir.

 

A escola nega que vai acabar
E em todos os dias eu não paro de acreditar

 

A escola interpela-me para a média subir
E todos os dias eu apenas quero dormir

 

Ao longo do ano divago
Férias, música, dinheiro.

José Calais (parêntesis censurado pela professora), Nº9, 10ºD

  

Chega a casa, mal ouve os pais
Fecha-se no quarto

Não sai mais

Sob a janela vê um mar

Imagina-se a socializar

E a correr acompanhado

Vê vultos alucinados

Onde passado e presente se cruzam

Vê lágrimas de alegria e de tristeza

Onde as mágoas estacam

Cátia Costa 10ºD Nº4


O meu verdadeiro eu
O meu amor, magoado

A escapar da solidão
Não o deixo, não posso

Com medo.
Com medo de ser outra vez aleijado

Pedro Dias Nº13 10º D

 

A prisão prende-me em celas  
E a parede risco com ansiedade

 
A prisão faz-me passar fome

E só penso na liberdade

 
A prisão, a campainha faz tocar

E o intervalo passo em fraternidade

 

Ao longo do tempo intuo
Sol mar horizonte

 

Diogo Gomes nº6 10ºD

 

Vi Renaults, vi Citroens
Vi BM’s, vi Mercedes

Rosnavam, entusiasmavam
Dos luxos os cheiros encantavam

 

Vi motores que brilhavam
Vi interiores que grande beleza

Magníficos carros!

Vi corridas com grande euforia
Pilotos experientes

Curvas, retas… fascínio

Leandro Azevedo Nº11 10ºD

 

Nunca vi tristeza tão profunda
Por aquelas memórias corridas

Nunca vi lágrimas tão claras
Por aqueles momentos passados

Nunca me queria perder
Aqueles tempos queria esquecer

Nunca me deparei com a realidade
E assim me iludi com a falsidade

Sofia Fernandes Nº16 10ºD

 

 

A música começa
E em todo o lado a ouço

 

A música prossegue
E em todo o lado a ouço

 

A música invade-me
E dela não me liberto

 

Quando dou por mim…
Já a estou a cantar.

 Som, melodia, ritmo, harmonia.

Tiago Alves Nº19 10ºD

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Herberto Helder, o mais secreto dos poetas, concede uma entrevista ao Pedro


http://um-buraco-na-sombra.netsigma.pt/fotos/25/Herberto_Helder.jpg
- Bom dia. Tenho um enorme gosto por ter aceite o meu pedido para uma entrevista. Fico-lhe muito grato.

 - Onde passou a sua infância ?

-Nasci na Madeira em 1930. Poucos anos depois saí, para poder continuar com a minha vida.

- Porque  desistiu do seu curso em Coimbra?

- Bom, desisti do meu curso porque achei que não acrescentaria nada à minha formação e daí em diante, viajei pela Europa e tive vários empregos.
- O que o levou a ser um poeta com uma linguagem ousada ?

-Pois, o que acho que me levou a isso foi o querer ser diferente dos outros , destacar-me um pouco, por assim dizer.
- Sei que passou um mau bocado “lá fora“?

-Sim, é verdade, cheguei a passar fome e momentos muito difíceis. Lá consegui ultrapassá-los e chegar a Lisboa.
- O que o levou a recusar o Prémio Pessoa ?

- Eu recusei porque …, como deve saber, eu não sou muito ligado à vida pública e um prémio, para mim, não é importante: O que realmente acho importante é nós evoluirmos como pessoas e poetas.
- Tive muito gosto em tê-lo aqui comigo. Muito obrigado pela sua paciência. Fique bem .

- Gostei muito e muito obrigado por este tempo tão bem passado.
(texto sujeito a alterações)

domingo, 14 de abril de 2013

Novo furo jornalístico: Adriana entrevista Sophia de Mello Breyner Andresen

 
Sei que não aprecia ser entrevistada e,  por isso , fico muito reconhecida por ter concordado em estar aqui em direto com a rádio “ESVV” , para nos falar um pouco de si e da sua obra. Ela é Sophia de Mello Breyner Anderson.
Entrevistadora : Gostaria de começar por perguntar com que idade começou a ter gosto pela escrita.
Sophia : Comecei a gostar da escrita desde muito cedo. Por volta dos meus três anos já gostava de ouvir contos e poesias, e até de decorá-los  para ocasiões especiais.
Entrevistadora: Tem 90 anos. Sei que o seu marido , já falecido , se chamava Francisco Sousa Tavares e era jornalista, político e advogado. Casou-se com que idade?
Sophia : Casei-me quando fiz 27, no ano de 1946, e tive 5 filhos.
Entrevistadora : E o que fazem eles ?
Sophia : Apenas um é escritor, e aparece frequentemente na televisão. Tenho uma filha que é professora, outro é artista e a outra é terapeuta operacional .
Entrevistadora : Em que altura do dia  gosta mais de escrever ?
Sophia: Costumo escrever mais à noite, pois preciso daquela concentração e inspiração que se cria pela noite fora, talvez por causa do silêncio .
Entrevistadora: Quantos livros tem publicados?
Sophia: Cerca de trinta e três obras.
Entrevistadora : Sabe quantos prémios ganhou em toda a sua vida?
Sophia : Não me recordo bem, mas creio que foram cerca de dezoito prémios.

Entrevistadora : Muito obrigada por  ter vindo à nossa rádio e por nos ter concedido esta entrevista, especialmente porque sei que não gosta de ser entrevistada .
Sophia : Ora essa , foi um prazer .
(texto submetido a alterações pontuais)

Tiago entrevista Miguel Torga

Tiago XXXXX: Olá! Chamo-me Tiago XXXXX e estou no 10ºano da Escola Secundária de Vila Verde. É com muito prazer que inicio esta entrevista a Miguel Torga, um escritor e poeta português. Diga-me, Miguel, o que o fez usar este pseudónimo, sendo o seu nome verdadeiro Adolfo Correia da Rocha?
Miguel Torga: Olá! Em primeiro lugar, agradeço o convite que me foi feito para estar aqui presente, e foi com grande satisfação que o aceitei. Em relação à sua pergunta…a escolha do nome “Torga” deve-se ao facto de estar relacionado com a minha personalidade. Torga é uma planta que habita na zona que me viu nascer.
Tiago XXXXX: Como todos sabemos, já escreveu várias obras. Já alguma vez se arrependeu de ter escrito uma?
Miguel Torga: Nunca me arrependi e creio que não me arrependerei de ter escrito alguma obra. Tenho muito orgulho no meu trabalho e quero concentrar-me no que irei escrever no futuro.
TiagoXXXXX:Durante a sua vida, quando viaja para o estrangeiro, sente saudades da sua terra natal: Trás-os-Montes?
Miguel Torga: Sim, é claro que sinto, tal como toda a gente quando viaja para fora. Para além de representar, para mim, a minha família e a minha infância, é essa terra que me inspira para escrever os meus livros.
TiagoXXXXX: Qual a obra que teve mais gosto em escrevê-la?
Miguel Torga: Não tive um gosto maior  por alguma obra. Gostei muito do que escrevi e, tal como disse, tenho orgulho no meu trabalho e também penso que tenho tido algum sucesso.
TiagoXXXXX: E acho que também pensa muito bem. Aliás, até teve recompensas…Como se sente, sabendo que já conquistou alguns prémios?
Miguel Torga: Sinto-me feliz, é claro. São todos fruto do meu esforço e dedicação pelo meu trabalho. Penso que qualquer escritor gostaria de ganhar prémios pelas suas obras.
TiagoXXXXX: Para finalizar, o que aconselha aos que pretendem iniciar a sua vida literária?
Miguel Torga: O que aconselho é que nunca desistam de alcançar os seus objectivos. Nada é feito sem esforço, sem trabalho. Desejo-lhes boa sorte e que tenham sucesso.
TiagoXXXXX: Muito obrigado, Miguel Torga! Foi uma honra estar consigo. Até à próxima.
Miguel Torga: Também foi um prazer estar consigo. Até à próxima.
(texto submetido a alterações pontuais)

 

A Tânia entrevista Miguel Torga


  Estamos aqui hoje com Adolfo Correia da Rocha, mais conhecido por Miguel Torga, autor de várias obras como  ‘’Pão Ázimo’’ (1931), ‘’A Terceira Voz’’ (1934), ‘’Bichos’’ (1940), ‘’O Senhor Ventura’’ (1943), ‘’Um Reino Maravilhoso’’ (1941), entre outras.
  Nasceu a 12 de Agosto de 1907, em S. Martinho da Anta, concelho de Sabrosa, Trás-os-Montes. Entra no Seminário, de onde sai pouco tempo depois.
  Com apenas 13 anos emigra para o Brasil e vai trabalhar na fazenda do tio. Mais tarde regressa a Portugal e faz um curso de medicina na Universidade de Coimbra.
  
  Entrevistador- Olá, boa tarde, Miguel. Qual o motivo da escolha do pseudónimo Miguel Torga?
  Miguel Torga- Boa tarde.
Miguel, em homenagem a Miguel de Cervantes e Miguel de Unamuno e  torga é uma planta brava da montanha, que deita raízes fortes sob a aridez da rocha, de flor branca, arroxeada ou cor de vinho. Encontra-se nomeadamente no Norte de Portugal, onde nasci, e tem tudo a ver com o meu caráter de ‘’homem da montanha’’.
  Entrevistador- Nota-se que tem uma ligação forte com a natureza. Foi sempre assim, ligado ao meio ?
  Miguel Torga- De certa forma sim, cresci no meio rural, rodeado de natureza e é através dessa natureza que eu renovo diariamente a minha escrita.
  Entrevistador- O que significa Trás-os-Montes para si ?
  Miguel Torga-  Trás-os-Montes foi, é e será sempre um dos  meus grandes amores, o espaço físico das minha origens.
  Entrevistador- Já recebeu vários prémios como o Prémio do Diário de Notícias em 1969, o prémio Luso-Brasileiro Luís de Camões em 1989. Qual é a sensação ?
  Miguel Torga- Eu gosto de receber prémios porque é sempre bom saber que reconhecem o nosso trabalho.
  Entrevistador- Para finalizar: será que podia citar uma das suas célebres frases?
  Miguel Torga- ‘’O mundo é uma realidade universal, desarticulada em biliões de realidades individuais.’’
  Entrevistador- Muito obrigado, Miguel, por ter vindo
  Miguel Torga- Obrigado eu pelo convite, foi um prazer !
 
(texto submetido a alterações pontuais)

quarta-feira, 10 de abril de 2013

"Furo jornalístico": Adriana entrevista Miguel Torga

 


P. Qual é o seu verdadeiro nome?

R. O meu verdadeiro nome é Adolfo Correia da Rocha, visto que Miguel Torga é um pseudónimo.
P. Porquê a escolha de um pseudónimo?

Pretendi prestar uma homenagem a dois grandes vultos da cultura: Miguel de Cervantes e Miguel de Unamuno; e Torga por ser uma planta brava da minha terra, que deita raízes fortes sob a aridez da rocha, de flor branca, arroxeada ou cor de vinho, com um caule incrivelmente rectilíneo.

P. Onde e quando é que nasceu?

R. Nasci a 12 de Agosto de 1907 em São Martinho de Anta, pertencente ao concelho de Sabrosa (Vila Real).

 P. Como foi a sua infância?

R. Em 1917, com dez anos, fui para uma casa do Porto, habitada por alguns dos meus parentes, na qual servia de porteiro, moço de recados, regava o jardim, limpava o pó e polia os metais da escadaria. No entanto, fui despedido um ano depois, devido à constante insubmissão.

P. No ano seguinte, foi mandado para um seminário. Como foi essa experiência?

R. Em 1918 fui mandado para o seminário de Lamego, onde vivi um dos anos mais cruciais da minha vida. Foi lá que estudei  Português, Geografia e História e também aprendi latim. No entanto, uma vez que não era minha vocação ser padre, pedi ao meu pai para sair do seminário.

P. Qual foi então o seu percurso após a saída do seminário?

R. No ano seguinte, isto é, em 1920 fui trabalhar numa fazenda de um tio meu no Brasil. Ao fim de quatro anos, o meu tio apercebe-se das minhas capacidades e fui continuar os meus estudos. Como fui bom aluno, ao fim de cinco anos, e terminados os estudos liceais, enviou-me para Coimbra, considerando que podia ser doutor.

P. Que área é que estudou na Universidade de Coimbra?

R. Optei por Medicina por considerar ser minha vocação cuidar dos outros, particularmente dos mais necessitados. Exerci Medicina na minha terra natal e ao fim de alguns anos em Coimbra.

P. Como surgiu a sua obra literária?

R. Surgiu a partir da minha profunda admiração e amor pela natureza e pela pessoa humana. A minha obra literária reflecte também a minha revolta interior pela opressão daqueles que não tinham voz nem vez, isto é, daqueles que viviam despidos da sua dignidade humana, marcada pelo regime ditatorial implantado na sociedade portuguesa e que durou até Abril de 74.
(texto submetido a alterações)

terça-feira, 5 de março de 2013

Relato de vivências


 
Uma das mais belas sensações que senti na minha vida, até ao momento, foi a vitória num campeonato “Inter-freguesias”. Foi lindo erguer a taça, sentir nas mãos o esforço árduo que fizemos: todo aquele tempo a treinar, finalmente, tinha sido recompensado.

Tudo começou em Junho de 2007. A Freguesia da Loureira, depois de ter participado várias vezes no “Inter-freguesias”, decidiu continuar a participar e, nesse ano, tudo mudou. Chegou a vez dos mais novos. Finalmente realizei alguns treinos e decidimos tentar vencer o campeonato, mas infelizmente, tentativa sem sucesso. Não desistimos e continuamos a tentar, todos os anos, até 2010.

Em 2010 foi diferente, muito diferente. Como o campeonato tinha um limite de idade, até aos 13 anos, aquele era o último ano da “geração de 97”. E lá estava eu, mais uma vez, a tentar trazer a taça.
E finalmente, conseguimos. Não perdemos nenhum jogo, tudo foi recompensado e ainda hoje me lembro como se tivesse sido ontem. Aprendemos que, com esforço e vontade, tudo se consegue. Basta querer.

domingo, 25 de novembro de 2012

TPC da Susana


O retrato da jovem está a preto e branco. A expressão da cara dela é assustada, os cabelos dela mostram movimento e os seus olhos estão a olhar para dois morcegos.

  De acordo com a sua expressão facial e o olhar dela, concluo que ela tem medo de morcegos.

TPC do Tiago


Entre o autoretrato de Salvador Dali e a fotografia do mesmo existem semelhanças, mas também diferenças. Como se pode ver, as sobrancelhas compridas como Dali as tinha, o bigode arrebitado, os olhos grandes e a forma do queixo são as maiores semelhanças entre o autoretrato e a fotografia de Salvador Dali. Mas há também diferenças, como a falta de cabelo e a testa que não se vê. Foi desta maneira que Dali se tentou representar, destacando as suas maiores e mais vistosas características.

TPC da Adriana S


Tendo em conta que se trata de um auto-retrato, esta imagem mostra-nos uma rapariga que se mostra horrorizada com os morcegos apresentados.

A cor do retrato, a preto e branco, dá a ideia de espanto e de susto. A rapariga, com o aparecimento dos morcegos, ficou surpreendida e apavorada.

TPC do Diogo G


Este auto-retrato pretende mostrar, a partir da cara da rapariga, medo dos animais notívagos. Conseguimos ver, no lado esquerdo, dois morcegos; e, do outro lado, conseguimos ver, a partir do cabelo, que a jovem se encontrava no centro, mas de repente se moveu para a direita. A imagem a preto e branco mostra movimento e medo.
Este quadro tem dois planos, o segundo plano com um fundo branco e dois morcegos e o primeiro plano com uma jovem de cabelo preto, com um ar horrorizado e olhos fixos nos morcegos.

TPC do Diogo G


Neste autoretrato temos dois planos. O mais afastado, ou seja, o segundo plano, contém um fundo branco, com dois morcegos pretos, e que cria contraste. Como os morcegos andam em cavernas, à noite, tal pode significar que a jovem é misteriosa.
No primeiro plano vemos a jovem de cabelo escuro e roupas escuras, o que combina com os morcegos e reforça a hipótese de a jovem ser misteriosa e gostar de andar sozinha.
Pela expressão facial, também podemos dizer que ela está assustada por estar tão perto de morcegos. Em geral, esta foto está bem concebida pois cria várias hipóteses sobre como a personalidade da rapariga pode ser.
(texto sujeito a alterações)

TPC do Pedro


A imagem apresenta um fundo claro para fazer sobressair os outros componentes com tons de cinza, branco e preto.
O quadro representa o auto-retrato de uma jovem e, mais atrás, uns morcegos. O movimento do cabelo da rapariga faz mostrar que ela vira a cabeça repentinamente, podendo levar-nos a  formular as seguintes hipóteses: a rapariga tem medo desses animais ou assustaram-na, aparecendo repentinamente. Também podemos tirar essa conclusão pelos seu olhos aterrorizados. Este auto-retrato é um pouco invulgar.

(texto sujeito a alterações)

Texto de apreciação crítica, pela Susana

O Homem do chapéu de coco, 1964

 
 
A imagem tem um fundo azul para contrastar com o fato preto que o homem veste.
   A cara do homem está tapada com uma pomba branca (símbolo da paz), por isso , não sabemos se o homem está triste ou alegre.

Texto de apreciação crítica, pelo Diogo G


 
“O espelho falso”

1928

Rene Magritte


A imagem do espectador através da remoção do olho, apresentando-o sem o rosto a que pertence. Além disso, atrapalha pela colocação de um céu circular dentro do óculo de outra maneiraA justaposição de objetos normalmente não relacionados dentro de um contexto aparentemente desapropriado é característica de grande parte da obra de Magritte. Ao substituir a íris do olho com um azul, céu cheio de nuvens no espelho falso, Magritte desafia-nos a questionar o que vemos e o que pensamos que sabemos. O céu é um reflexo do que o olho está vendo? O olho é na verdade uma abertura para uma outra realidade? Estamos a olhar para uma visão interior, ou algo totalmente diferente?

Texto de apreciação crítica, pela Cátia


 
Este quadro mostra uma senhora e um senhor com as cabeças envolvidas com tecido. Ambos estão vestidos com roupa formal e mostram muito amor um pelo outro, pois estão a dar um beijo, mesmo com os rostos cobertos. As paredes do compartimento em que se encontram têm três cores: azul, vermelho e “beige” no teto. Contrastando com este fundo, o vestuário do senhor é de cores neutras, ou seja, preto e branco.
 
(texto com alterações)
Observações: embora, por regra, seja mais delicado dizer "uma senhora" e "um senhor", num texto de apreciação crítica (um contexto mais neutro) deve dizer-se "uma mulher" e "um homem". Mais importante do que isso, é ter em conta que, além de descrita, a imagem deve ser interpretada ou comentada. Quais foram as intenções do autor (o título às vezes fornece-nos pistas)? O que vemos nós naquela imagem?

Texto de apreciação crítica, pelo Pedro


 
 
Neste quadro pode  observar-se um quarto numa zona de campo. O quarto não tem grande decoração para não chamar a atenção, para as pessoas depositarem-na  toda no que que está a ser feito.
Parece ser um pintor que está a reproduzir o que está para lá da janela  numa tela que está subentendida por ser tão parecida com a paisagem. Só se nota que se está ali a concretizar um quadro pelo lado branco do quadro e pelo cavalete. A vegetação que rodeia a casa mostra que estamos numa zona de campo, muito plana. Mais perto de nós não é mostrada grande vegetação, parecendo umas árvores e uns arbustos. Ao longe vê-se uma grande quantidade e  variedade de árvores e outras plantas, o que contraria o que dissemos anteriormente.

(texto com alterações)

Sugestão: neste tipo de texto, é mais apropriado escrever "o observador" do que "as pessoas". Não concordo que haja contradição no segmento «Mais perto de nós não é mostrada grande vegetação, parecendo umas árvores e uns arbustos. Ao longe vê-se uma grande quantidade e variedade de árvores e outras plantas, o que contraria o que dissemos anteriormente.». Podes usar a terminologia que usamos na aula (1º plano, 2º plano) e iniciar a segunda frase com porém, todavia, contudo...

Texto de apreciação crítica, pela Adriana


“O Filho do Homem”

A pintura “O Filho do Homem” foi pintada por René Magritte. Na obra está representada uma maçã que esconde o rosto do homem e dá a sensação que o braço esquerdo está a “esconder-se” por atrás do corpo. O significado que se pretende transmitir é que tudo o que vemos esconde outra coisa, outra realidade. Quer-se sempre ver o que está escondido por detrás daquilo que vemos.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Enviado pela Cátia



A Cátia encontrou esta imagem que tem, não um, mas dois erros ortográficos. Quem envia o primeiro comentário a corrigi-los?!

Textos do domínio transacional: requerimento

Exma. Srª

 Professora XXX XXX da Escola Secundária de XXX XXX.

 Eu, XXX XXX XXX, moradora na Rua de XXX, XXXX-XXX Vila Verde, portadora do Bilhete de Identidade n.º XXXXX, emitido em 8 de junho de 2006, pelo Arquivo de Identificação de XXX, venho requerer a V.ª Ex.ª que não marque trabalhos de casa às quartas-feiras, tendo em conta que os alunos estão sobrecarregados de testes e trabalhos e também porque já marca às terças e quintas-feiras.
Solicito que a resposta seja dada o mais rápido possível, uma vez que já entramos na época de testes.
Peço deferimento.

Braga, 20 de outubro de 2012
A requerente,
__________________________
(Tânia XXX XXX)

(texto com alterações)