domingo, 25 de novembro de 2012

Texto de apreciação crítica, pela Susana

O Homem do chapéu de coco, 1964

 
 
A imagem tem um fundo azul para contrastar com o fato preto que o homem veste.
   A cara do homem está tapada com uma pomba branca (símbolo da paz), por isso , não sabemos se o homem está triste ou alegre.

Texto de apreciação crítica, pelo Diogo G


 
“O espelho falso”

1928

Rene Magritte


A imagem do espectador através da remoção do olho, apresentando-o sem o rosto a que pertence. Além disso, atrapalha pela colocação de um céu circular dentro do óculo de outra maneiraA justaposição de objetos normalmente não relacionados dentro de um contexto aparentemente desapropriado é característica de grande parte da obra de Magritte. Ao substituir a íris do olho com um azul, céu cheio de nuvens no espelho falso, Magritte desafia-nos a questionar o que vemos e o que pensamos que sabemos. O céu é um reflexo do que o olho está vendo? O olho é na verdade uma abertura para uma outra realidade? Estamos a olhar para uma visão interior, ou algo totalmente diferente?

Texto de apreciação crítica, pela Cátia


 
Este quadro mostra uma senhora e um senhor com as cabeças envolvidas com tecido. Ambos estão vestidos com roupa formal e mostram muito amor um pelo outro, pois estão a dar um beijo, mesmo com os rostos cobertos. As paredes do compartimento em que se encontram têm três cores: azul, vermelho e “beige” no teto. Contrastando com este fundo, o vestuário do senhor é de cores neutras, ou seja, preto e branco.
 
(texto com alterações)
Observações: embora, por regra, seja mais delicado dizer "uma senhora" e "um senhor", num texto de apreciação crítica (um contexto mais neutro) deve dizer-se "uma mulher" e "um homem". Mais importante do que isso, é ter em conta que, além de descrita, a imagem deve ser interpretada ou comentada. Quais foram as intenções do autor (o título às vezes fornece-nos pistas)? O que vemos nós naquela imagem?

Texto de apreciação crítica, pelo Pedro


 
 
Neste quadro pode  observar-se um quarto numa zona de campo. O quarto não tem grande decoração para não chamar a atenção, para as pessoas depositarem-na  toda no que que está a ser feito.
Parece ser um pintor que está a reproduzir o que está para lá da janela  numa tela que está subentendida por ser tão parecida com a paisagem. Só se nota que se está ali a concretizar um quadro pelo lado branco do quadro e pelo cavalete. A vegetação que rodeia a casa mostra que estamos numa zona de campo, muito plana. Mais perto de nós não é mostrada grande vegetação, parecendo umas árvores e uns arbustos. Ao longe vê-se uma grande quantidade e  variedade de árvores e outras plantas, o que contraria o que dissemos anteriormente.

(texto com alterações)

Sugestão: neste tipo de texto, é mais apropriado escrever "o observador" do que "as pessoas". Não concordo que haja contradição no segmento «Mais perto de nós não é mostrada grande vegetação, parecendo umas árvores e uns arbustos. Ao longe vê-se uma grande quantidade e variedade de árvores e outras plantas, o que contraria o que dissemos anteriormente.». Podes usar a terminologia que usamos na aula (1º plano, 2º plano) e iniciar a segunda frase com porém, todavia, contudo...

Texto de apreciação crítica, pela Adriana


“O Filho do Homem”

A pintura “O Filho do Homem” foi pintada por René Magritte. Na obra está representada uma maçã que esconde o rosto do homem e dá a sensação que o braço esquerdo está a “esconder-se” por atrás do corpo. O significado que se pretende transmitir é que tudo o que vemos esconde outra coisa, outra realidade. Quer-se sempre ver o que está escondido por detrás daquilo que vemos.