domingo, 25 de novembro de 2012

TPC do Diogo G


Este auto-retrato pretende mostrar, a partir da cara da rapariga, medo dos animais notívagos. Conseguimos ver, no lado esquerdo, dois morcegos; e, do outro lado, conseguimos ver, a partir do cabelo, que a jovem se encontrava no centro, mas de repente se moveu para a direita. A imagem a preto e branco mostra movimento e medo.
Este quadro tem dois planos, o segundo plano com um fundo branco e dois morcegos e o primeiro plano com uma jovem de cabelo preto, com um ar horrorizado e olhos fixos nos morcegos.

TPC do Diogo G


Neste autoretrato temos dois planos. O mais afastado, ou seja, o segundo plano, contém um fundo branco, com dois morcegos pretos, e que cria contraste. Como os morcegos andam em cavernas, à noite, tal pode significar que a jovem é misteriosa.
No primeiro plano vemos a jovem de cabelo escuro e roupas escuras, o que combina com os morcegos e reforça a hipótese de a jovem ser misteriosa e gostar de andar sozinha.
Pela expressão facial, também podemos dizer que ela está assustada por estar tão perto de morcegos. Em geral, esta foto está bem concebida pois cria várias hipóteses sobre como a personalidade da rapariga pode ser.
(texto sujeito a alterações)

TPC do Pedro


A imagem apresenta um fundo claro para fazer sobressair os outros componentes com tons de cinza, branco e preto.
O quadro representa o auto-retrato de uma jovem e, mais atrás, uns morcegos. O movimento do cabelo da rapariga faz mostrar que ela vira a cabeça repentinamente, podendo levar-nos a  formular as seguintes hipóteses: a rapariga tem medo desses animais ou assustaram-na, aparecendo repentinamente. Também podemos tirar essa conclusão pelos seu olhos aterrorizados. Este auto-retrato é um pouco invulgar.

(texto sujeito a alterações)

Texto de apreciação crítica, pela Susana

O Homem do chapéu de coco, 1964

 
 
A imagem tem um fundo azul para contrastar com o fato preto que o homem veste.
   A cara do homem está tapada com uma pomba branca (símbolo da paz), por isso , não sabemos se o homem está triste ou alegre.

Texto de apreciação crítica, pelo Diogo G


 
“O espelho falso”

1928

Rene Magritte


A imagem do espectador através da remoção do olho, apresentando-o sem o rosto a que pertence. Além disso, atrapalha pela colocação de um céu circular dentro do óculo de outra maneiraA justaposição de objetos normalmente não relacionados dentro de um contexto aparentemente desapropriado é característica de grande parte da obra de Magritte. Ao substituir a íris do olho com um azul, céu cheio de nuvens no espelho falso, Magritte desafia-nos a questionar o que vemos e o que pensamos que sabemos. O céu é um reflexo do que o olho está vendo? O olho é na verdade uma abertura para uma outra realidade? Estamos a olhar para uma visão interior, ou algo totalmente diferente?