quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Grandes livros: "Os Lusíadas"
Contrato de leitura
Os
alunos selecionam um livro de um autor de língua portuguesa para ler ao longo
do segundo período:
No
terceiro período fazem a apresentação oral da apreciação crítica ao
livro do contrato de leitura
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
O que sai no teste?
"pois" o que demos nas aulas desde o último teste: texto autobiográfico, com especial incidência no relato de vivências, e CEL (conhecimento explícito da língua)
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
O predicativo do sujeito
Função
sintáctica desempenhada pelo constituinte que ocorre em frases com verbos copulativos, que predica algo acerca do sujeito. O predicativo do sujeito pode ser um grupo nominal (i), um grupo adjectival (ii), um grupo preposicional (iii) ou um grupo adverbial (iv-v).
Exemplos
(i) O João é [professor de Matemática].
(ii) Os alunos estão [muito interessados].
(iii) A Joana ficou [na escola].
(iv) A minha casa é [aqui].
(v) O teste é [amanhã].
(ii) Os alunos estão [muito interessados].
(iii) A Joana ficou [na escola].
(iv) A minha casa é [aqui].
(v) O teste é [amanhã].
O predicativo do sujeito contribui para a
interpretação do sujeito, atribuindo-lhe uma propriedade, uma característica ou
uma localização (temporal ou espacial). Neste sentido, diferencia-se dos
complementos dos verbos transitivos (directos ou indirectos), cujo significado
não contribui necessariamente para uma identificação de uma propriedade ou de
uma localização atribuível ao sujeito.
É possível constatar que expressões com valor locativo seleccionadas por verbos copulativos desempenham a função de predicativo do sujeito, porque podem ser coordenadas com outros constituintes com a mesma função, independentemente do seu valor:
(i) O João está [em Paris e muito doente].
É possível constatar que expressões com valor locativo seleccionadas por verbos copulativos desempenham a função de predicativo do sujeito, porque podem ser coordenadas com outros constituintes com a mesma função, independentemente do seu valor:
(i) O João está [em Paris e muito doente].
In Dicionário terminológico para consulta em
linha
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
Pronominalização: regras básicas
Quando juntamos pronomes aos verbos, há algumas regras que temos
que ter em conta. Vejamos:
1 – Quando a forma verbal termina em vogal, o pronome não sofre alterações.
ex: Vi o filme. > Vi-o
ex: Vou ver o Luís. > Vou vê-lo.
Tu contas histórias. > Tu conta-las.
Ele faz os trabalhos de casa. > Ele fá-los.
4 – Quando a forma verbal estiver no modo condicional, o pronome coloca-se entre o radical do verbo e as terminações verbais (-ia, -ias, -ia, -íamos, -íeis, –iam). No entanto, como o radical termina em R, este cai e o pronome ganha um L, tomando a forma -lo, -la, -los, -las.
ex: Eu levaria a bicicleta para a escola. > Eu levá-la-ia para a escola.
Tu convidarias os teus amigos para a festa. > Tu convidá-los-ias para a festa.
5 - Quando a forma verbal estiver no futuro, o pronome coloca-se entre o radical do verbo e as terminações verbais (-á, -ás, -á, -emos, -eis, –ão). No entanto, como o radical termina em «R», este cai e o pronome ganha um L, tomando a forma -lo, -la, -los, -las.
ex: Ele entregará a encomenda a tempo. > Ele entregá-la-á a tempo.
Eles pedirão a prenda à mãe. > Eles pedi-la-ão à mãe.
6 – Se a frase estiver na negativa, o pronome vai para antes do verbo, sem sofrer alterações (tal como nalguns casos em que a frase está na forma interrogativa).
ex: Ele não levou o livro para a aula. > Ele não o levou para a aula
Já leste o livro todo?. > Já o leste todo?
CASOS ESPECIAIS:
Sempre que na frase se encontrem em contacto duas formas de pronome pessoal, complemento directo e indirecto, elas contraem-se formando uma só palavra (em qualquer tempo verbal).
ex: Já li o livro. Posso emprestar-to ( te o )
Encontraste a peça? Então dá-ma. (me a)
1 – Quando a forma verbal termina em vogal, o pronome não sofre alterações.
ex: Vi o filme. > Vi-o
2 - Quando a forma verbal termina em R, S, ou Z, estas
consoantes caem e o pronome pessoal passa a ser: -lo, -la, -los, -las.
ex: Vou ver o Luís. > Vou vê-lo.
Tu contas histórias. > Tu conta-las.
Ele faz os trabalhos de casa. > Ele fá-los.
3 - Se a forma verbal terminar em M ou em ditongo nasal
(õe, ão), o pronome tomará as formas: -no, -na -nos, -nas.
ex: Os alunos viram o filme. > Os alunos
viram-no
O João põe o livro na estante. > O João põe-no na estante.
O João põe o livro na estante. > O João põe-no na estante.
4 – Quando a forma verbal estiver no modo condicional, o pronome coloca-se entre o radical do verbo e as terminações verbais (-ia, -ias, -ia, -íamos, -íeis, –iam). No entanto, como o radical termina em R, este cai e o pronome ganha um L, tomando a forma -lo, -la, -los, -las.
ex: Eu levaria a bicicleta para a escola. > Eu levá-la-ia para a escola.
Tu convidarias os teus amigos para a festa. > Tu convidá-los-ias para a festa.
5 - Quando a forma verbal estiver no futuro, o pronome coloca-se entre o radical do verbo e as terminações verbais (-á, -ás, -á, -emos, -eis, –ão). No entanto, como o radical termina em «R», este cai e o pronome ganha um L, tomando a forma -lo, -la, -los, -las.
ex: Ele entregará a encomenda a tempo. > Ele entregá-la-á a tempo.
Eles pedirão a prenda à mãe. > Eles pedi-la-ão à mãe.
6 – Se a frase estiver na negativa, o pronome vai para antes do verbo, sem sofrer alterações (tal como nalguns casos em que a frase está na forma interrogativa).
ex: Ele não levou o livro para a aula. > Ele não o levou para a aula
Já leste o livro todo?. > Já o leste todo?
CASOS ESPECIAIS:
Sempre que na frase se encontrem em contacto duas formas de pronome pessoal, complemento directo e indirecto, elas contraem-se formando uma só palavra (em qualquer tempo verbal).
ex: Já li o livro. Posso emprestar-to ( te o )
Encontraste a peça? Então dá-ma. (me a)
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