quarta-feira, 1 de maio de 2013

Parâmetros de avaliação da expressão oral I

  • Adota uma postura natural, mas correta
  • Fala de forma descontraída, utilizando gestos adequados
  • Utiliza um discurso fluente com vocabulário rico e variado
  • Emprega uma linguagem clara e correta, adaptada à situação de oralidade
  • Articula as ideias de forma pertinente, usando adequadamente os marcadores discursivos
  • Recorre a exemplos clarificadores
  • Segue o plano-guia previamente elaborado
  • Evita a leitura integral dos apontamentos, consultando-os apenas pontualmente
  • Faz sínteses pontuais dos aspetos enunciados
  • Assegura-se de que está a ser bem entendido pelo público
  • Tem em atenção o ritmo do discurso (nem demasiado rápido, nem demasiado lento)
  • Utiliza material de apoio (livro, imagens, marcadores, quadro, …)
  • É criativo/a no material de apoio utilizado
  • O material de apoio utilizado não provoca a dispersão dos ouvintes nem perturba o ritmo da apresentação
  • Disponibiliza-se para responder a perguntas do público
  • Respeita o tempo de que dispõe (5/8 minutos)
N.B. Estes parâmetros baseiam-se no material de apoio do manual Entre margens de 10º ano (Porto Editora).

quinta-feira, 18 de abril de 2013

António Gedeão

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Sophia de Mello Breyner

1. <iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/y58JB6mRfms" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>

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3. <iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/irRt3M1LrsI" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>

Poema para Galileu, de António Gedeão, dito por investigadores portugueses

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Herberto Helder, o mais secreto dos poetas, concede uma entrevista ao Pedro


http://um-buraco-na-sombra.netsigma.pt/fotos/25/Herberto_Helder.jpg
- Bom dia. Tenho um enorme gosto por ter aceite o meu pedido para uma entrevista. Fico-lhe muito grato.

 - Onde passou a sua infância ?

-Nasci na Madeira em 1930. Poucos anos depois saí, para poder continuar com a minha vida.

- Porque  desistiu do seu curso em Coimbra?

- Bom, desisti do meu curso porque achei que não acrescentaria nada à minha formação e daí em diante, viajei pela Europa e tive vários empregos.
- O que o levou a ser um poeta com uma linguagem ousada ?

-Pois, o que acho que me levou a isso foi o querer ser diferente dos outros , destacar-me um pouco, por assim dizer.
- Sei que passou um mau bocado “lá fora“?

-Sim, é verdade, cheguei a passar fome e momentos muito difíceis. Lá consegui ultrapassá-los e chegar a Lisboa.
- O que o levou a recusar o Prémio Pessoa ?

- Eu recusei porque …, como deve saber, eu não sou muito ligado à vida pública e um prémio, para mim, não é importante: O que realmente acho importante é nós evoluirmos como pessoas e poetas.
- Tive muito gosto em tê-lo aqui comigo. Muito obrigado pela sua paciência. Fique bem .

- Gostei muito e muito obrigado por este tempo tão bem passado.
(texto sujeito a alterações)

domingo, 14 de abril de 2013

Novo furo jornalístico: Adriana entrevista Sophia de Mello Breyner Andresen

 
Sei que não aprecia ser entrevistada e,  por isso , fico muito reconhecida por ter concordado em estar aqui em direto com a rádio “ESVV” , para nos falar um pouco de si e da sua obra. Ela é Sophia de Mello Breyner Anderson.
Entrevistadora : Gostaria de começar por perguntar com que idade começou a ter gosto pela escrita.
Sophia : Comecei a gostar da escrita desde muito cedo. Por volta dos meus três anos já gostava de ouvir contos e poesias, e até de decorá-los  para ocasiões especiais.
Entrevistadora: Tem 90 anos. Sei que o seu marido , já falecido , se chamava Francisco Sousa Tavares e era jornalista, político e advogado. Casou-se com que idade?
Sophia : Casei-me quando fiz 27, no ano de 1946, e tive 5 filhos.
Entrevistadora : E o que fazem eles ?
Sophia : Apenas um é escritor, e aparece frequentemente na televisão. Tenho uma filha que é professora, outro é artista e a outra é terapeuta operacional .
Entrevistadora : Em que altura do dia  gosta mais de escrever ?
Sophia: Costumo escrever mais à noite, pois preciso daquela concentração e inspiração que se cria pela noite fora, talvez por causa do silêncio .
Entrevistadora: Quantos livros tem publicados?
Sophia: Cerca de trinta e três obras.
Entrevistadora : Sabe quantos prémios ganhou em toda a sua vida?
Sophia : Não me recordo bem, mas creio que foram cerca de dezoito prémios.

Entrevistadora : Muito obrigada por  ter vindo à nossa rádio e por nos ter concedido esta entrevista, especialmente porque sei que não gosta de ser entrevistada .
Sophia : Ora essa , foi um prazer .
(texto submetido a alterações pontuais)

Tiago entrevista Miguel Torga

Tiago XXXXX: Olá! Chamo-me Tiago XXXXX e estou no 10ºano da Escola Secundária de Vila Verde. É com muito prazer que inicio esta entrevista a Miguel Torga, um escritor e poeta português. Diga-me, Miguel, o que o fez usar este pseudónimo, sendo o seu nome verdadeiro Adolfo Correia da Rocha?
Miguel Torga: Olá! Em primeiro lugar, agradeço o convite que me foi feito para estar aqui presente, e foi com grande satisfação que o aceitei. Em relação à sua pergunta…a escolha do nome “Torga” deve-se ao facto de estar relacionado com a minha personalidade. Torga é uma planta que habita na zona que me viu nascer.
Tiago XXXXX: Como todos sabemos, já escreveu várias obras. Já alguma vez se arrependeu de ter escrito uma?
Miguel Torga: Nunca me arrependi e creio que não me arrependerei de ter escrito alguma obra. Tenho muito orgulho no meu trabalho e quero concentrar-me no que irei escrever no futuro.
TiagoXXXXX:Durante a sua vida, quando viaja para o estrangeiro, sente saudades da sua terra natal: Trás-os-Montes?
Miguel Torga: Sim, é claro que sinto, tal como toda a gente quando viaja para fora. Para além de representar, para mim, a minha família e a minha infância, é essa terra que me inspira para escrever os meus livros.
TiagoXXXXX: Qual a obra que teve mais gosto em escrevê-la?
Miguel Torga: Não tive um gosto maior  por alguma obra. Gostei muito do que escrevi e, tal como disse, tenho orgulho no meu trabalho e também penso que tenho tido algum sucesso.
TiagoXXXXX: E acho que também pensa muito bem. Aliás, até teve recompensas…Como se sente, sabendo que já conquistou alguns prémios?
Miguel Torga: Sinto-me feliz, é claro. São todos fruto do meu esforço e dedicação pelo meu trabalho. Penso que qualquer escritor gostaria de ganhar prémios pelas suas obras.
TiagoXXXXX: Para finalizar, o que aconselha aos que pretendem iniciar a sua vida literária?
Miguel Torga: O que aconselho é que nunca desistam de alcançar os seus objectivos. Nada é feito sem esforço, sem trabalho. Desejo-lhes boa sorte e que tenham sucesso.
TiagoXXXXX: Muito obrigado, Miguel Torga! Foi uma honra estar consigo. Até à próxima.
Miguel Torga: Também foi um prazer estar consigo. Até à próxima.
(texto submetido a alterações pontuais)